Arquivo da Categoria ‘Textos de apoio’

Podcast - Dia Nacional do Samba em sala de aula

Olá, professore professoras!

Hoje é o dia Nacional do Samba e nós da Assessoria de História, Filosofia e Sociologia resolvemos abordar esse tema mas em um formato diferente: o podcast. Pra quem não conhece, esta ferramenta assemelha-se a um programa de rádio.

Nesta edição, eu Tiago Rattes, tive a honra de contar com a participação dos meus colegas da Assessoria Beatriz Pinheiro de Campos e Walfrido S. Oliveira Jr. para uma boa conversa sobre como este ritmo brasileiro pode ajudar vocês no trabalho em sala de aula  inúmeros temas da História do Brasil.

Abordamos também especificamente  a canção “Pelo telefone” de Donga, que completou 100 anos de gravação no fim do mês de novembro e é considerado o primeiro registro fonográfico do samba brasileiro.

Para ouvir, clique aqui e dê o play. Você poderá baixar o programa e ouvir onde quiser.

Separamos também esse texto bem interessante do blog da Biblioteca Nacional para complementar suas leituras.

Um abraço!

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Partitura original de “Pelo Telefone” de Donga. Acervo da Biblioteca Nacional

Descobrimento da América. Sim ou não?

Estatua de Cristóvão Colombo, do escultor Augusto Rivalta (1910) na cidade de Detroit com a intervenção anônima de um machado tomahawk.

Estatua de Cristóvão Colombo, do escultor Augusto Rivalta (1910) na cidade de Detroit com a intervenção anônima de um machado tomahawk.

No dia 12 de outubro na Espanha comemora o dia da Hispanidade, comemoração da epopeia de Colombo no descobrimento da América. Uma reportagem do jornal espanhol El País aborda o tema e levanta a questão. Como seria vista a data nas antigas colônias espanholas da América?

Jornalistas da Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos. México e Peru foram convidados a responderem a pergunta. Notamos pelos depoimentos um microcosmo sobre o ensino de História nestes países, pois as abordagens se remetem ao ensino vivenciado pelos jornalistas e as abordagens atuais. Em todos os casos é possível verificar que a abordagem era marcadamente factual e laudatória a ação de Colombo, com encenação da viagem e da chegada (descobrimento) passando para uma abordagem que leva em consideração o impacto deste encontro de culturas pelo lado dos indígenas, além da ênfase na diversidade cultural existente no Continente.

Percebemos a presença do ensino voltado a noção de competências e a construção de habilidades, mais do que a memorização e a aquisição de conteúdos (não que estes não existam), traçando um paralelo com o ensino de História no Brasil

Indico o link do jornal El País edição Brasil para a leitura

Abraço

Jogos Olímpicos: esporte e identidade nacional

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Olá, pessoal!

Que tal aproveitarmos essa época de Jogos Olímpicos para debatermos algumas questões com nossos alunos? O fato dos jogos estarem ocorrendo no Brasil tem gerado um grande apelo midiático e ao mesmo tempo uma sensibilidade por parte de nossa população em geral.

Quando o assunto é esporte, recorrentemente temos a formação de uma imagem comum do brasileiro. Quem nunca ouviu dizer que somos um povo “lutador”, capaz de superar as “adversidades” do cotidiano, que temos alegria ao desempenhar as diversas modalidades e que somos também uma nação acolhedora e passional?

Pois é, essas questões podem ser interessantes ganchos para problematizarmos com nossos alunos, seja nas aulas de Filosofia ou de Sociologia: será que essas percepções do senso comum resistem a uma análise mais aprofundada? Temas como individuo, sensibilidade, percepção, argumentos, pressupostos, perguntas reflexivas são parte da dinâmica do ensino de Filosofia através de nosso livro didático. É uma oportunidade interessante de propormos aos alunos uma conversa onde apliquemos essas noções no intuito de pensar as questões que levantamos anteriormente.

Na Sociologia, em especial, o volume 3 do livro da primeira série trata do processo da modernidade brasileira. Justamente nesse período temos uma gama de pensadores debruçando-se a pensar o caráter da identidade do brasileiro. É o caso de autores como Gylberto Freire e Sérgio Buarque de Holanda.

Sendo assim, temos uma boa oportunidade de abordar um bom tema dentro de nossos componentes curriculares.

Pesquisa sociológica em sala de aula: explorando as possibilidades da Antropologia através da etnografia (2)

A antropologia é abordada no livro didático de Sociologia do SPE já no primeiro volume da 1ª série do Ensino Médio, na página 13. Esse primeiro volume é dedicado a explicar o surgimento das Ciências Sociais e suas divisões. Inclusive já na página 14 é possível que os alunos tomem contato com uma atividade sobre o antropólogo em campo, algo diretamente relacionado com  a etnografia.

Já os alunos da 2ª série estão estudando no 1º volume sobre Espaços da Cidade e Segregação Social, uma boa oportunidade para a compreensão de como os aspectos sociais estão relacionados aos aspectos urbanos em uma sociedade. Dessa forma é possível estabelecer relações entre modos de vida na geografia urbana.

O primeiro volume do livro didático da 3ª série, por sua vez, dedica-se a discutir o tema do poder e suas transversalidades, dentre elas a relação de poder e cultura. Esse é um bom momento para a abordagem antropológica. Como as diferentes sociedades concebem poder, dentro das suas diversidades culturais? Quais são os elementos culturais presentes nessas relações de poder?

Independente da série e do volume o que queremos frisar aqui é que existem boas oportunidades de abordar o tema com os alunos. No próximo texto vamos dar um encaminhamento mais prático de pesquisa para que vocês possam trabalhar em sala de aula com os alunos.

Indios Ticunas. Fonte: Albert Frisch - VASQUEZ, Pedro Karp. O Brasil na fotografia oitocentista. São Paulo: Metalivros, 2003.

Indios Ticunas. Fonte: Albert Frisch - VASQUEZ, Pedro Karp. O Brasil na fotografia oitocentista. São Paulo: Metalivros, 2003.

Pesquisa sociológica em sala de aula: explorando as possibilidades da Antropologia através da etnografia (1)

Nessa série de textos trataremos como aplicar a pesquisa sociológica com nossos alunos do Ensino Médio, tendo como base atividades do livro didático de Sociologia do SPE. Nessa primeira etapa trataremos da etnografia.

A etnografia  tem como objetivo observar, descrever e analisar as práticas e costumes de um determinado grupo social. Visa uma abordagem profunda para identificar e extrair o máximo de elementos sobre aquele grupo. Pode ser utilizada para compreender sociedades indígenas, mas também para grupos urbanos que compartilham práticas sociais diversas.

Importante lembrar que a etnografia nasceu próxima da necessidade de compreender o “outro” nas transformações históricas do século XIX. Sendo assim, segue sendo uma técnica de pesquisa extremamente rica para que possamos, através desse conhecimento do outro, nos descontruir e desnaturalizar nossos hábitos culturais e sociais. Através da antropologia, em especial da pesquisa etnográfica temos a oportunidade de nos afastarmos do etnocentrismo. Temos pela frente uma excelente oportunidade educacional: ajudar nossos alunos a observar o mundo e descontruir suas próprias convicções como forma de entender melhor o mundo e viver melhor.

No próximo texto abordaremos como podemos usar o material do SPE nessa empreitada.

Vladimir Kozàk em campo. Foto: acervo de Paulo Soares Koehler

Vladimir Kozàk em campo. Foto: acervo de Paulo Soares Koehler

Uma nova fase no blog

Prezados professores e gestores,

É com prazer que iniciamos uma nova fase no blog da Assessoria de História, Filosofia e Sociologia da Editora Positivo.

Com o objetivo de atendê-los melhor e oferecer o máximo de apoio para seu trabalho no cotidiano escolar, realizaremos postagens semanais especialmente preparadas para vocês.

Os textos que serão publicados abordarão possibilidades de uso do livro didático e dos recursos digitais do Sistema Positivo de Ensino, além de uma série de temas, matérias e sugestões, especialmente selecionados pensados por nossa equipe.

Acreditamos que este blog é uma valiosa ferramenta de contato entre todos nós, em uma época onde o dinamismo da informação e a variedade de suas formas é cada vez mais latente e exige, de nós, a interação. Sendo assim será um prazer receber sugestões e retornos de vocês acerca do que aqui for publicado.

Aguardamos o retorno e a participação de todos. Que essa ferramenta seja mais um espaço de diálogo entre nós!

Sempre à disposição,

Assessoria de História, Sociologia e Filosofia.

Ecos do Nazismo na Política do Oriente Médio

mufti de Jerusalém Haj Amin al Husseini e Adolf Hitler 1941 - Heinrich Hoffmann (1885–1957)  Institution	 German Federal Archives

mufti de Jerusalém Haj Amin al Husseini e Adolf Hitler 1941 - Heinrich Hoffmann (1885–1957) Institution German Federal Archives

Olá

O texto publicado no jornal El País Internacional, na sua edição on-line de 21/10/2015, aborda o pronunciamento do primeiro ministro de Israel Benjamin Netanyahu afirmando “Hitler não queria exterminar os judeus naquele momento [novembro de 1941], queria expulsá-los”. e aponta que o  líder palestino da época, o mufti de Jerusalém Haj Amin al Husseini, que convenceu o dirigente nazista durante um encontro em Berlim.

Vários historiadores que se pronunciaram sobre o tema desmentiram Netanyahu, afirmando que o plano de exermínio judeu já estava em curso antes da visita do mufti à Hitler.

É evidente que uma afirmação destas só pode conturbar ainda mais o ambiente de guerra constante instalado na região.

Para ler a matéria na íntegra acesse   http://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/21/internacional/1445420902_320730.html

Postais do Mundo

Site que disponibiliza cartões postais de diferentes locais e diferentes épocas. cuba-1918Postais do Mundo

Contatos com grupo indígena isolado

Funai contata com indígenas isolados

Indígenas que habitam a região de fronteira entre o Brasil e o Peru, fizeram contato com funcionários da Funai e com indígenas da etnia ashaninka, no Estado do Acre.

Acompanhe a matéria do jornal Folha de são Paulo de 30/07/2014

indigenas-isolados

Digitalização de acervo

Expedition crew, ship in background, Canada

Expedition crew, ship in background, Canada

Olá

 

O Museu de História Natural dos EUA, com sede em Nova Iorque está digitalizando seu acervo, que conta com “uma coleção de fotografias, slides, ilustrações de livros raros, desenhos, anotações, cartas e lembranças que fornecem uma visão dos bastidores de suas exposições e explorações, a maioria das quais nunca foram disponibilizadas antes ao público.”

A notícia foi retirada do site do jornal Zero Hora

http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/05/museu-norte-americano-digitaliza-acervos-antigos-4498115.html.

 

  E o site do Museu é  

http://images.library.amnh.org/digital/

 

Boa Pesquisa