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Podcast - Dia Nacional do Samba em sala de aula

Olá, professore professoras!

Hoje é o dia Nacional do Samba e nós da Assessoria de História, Filosofia e Sociologia resolvemos abordar esse tema mas em um formato diferente: o podcast. Pra quem não conhece, esta ferramenta assemelha-se a um programa de rádio.

Nesta edição, eu Tiago Rattes, tive a honra de contar com a participação dos meus colegas da Assessoria Beatriz Pinheiro de Campos e Walfrido S. Oliveira Jr. para uma boa conversa sobre como este ritmo brasileiro pode ajudar vocês no trabalho em sala de aula  inúmeros temas da História do Brasil.

Abordamos também especificamente  a canção “Pelo telefone” de Donga, que completou 100 anos de gravação no fim do mês de novembro e é considerado o primeiro registro fonográfico do samba brasileiro.

Para ouvir, clique aqui e dê o play. Você poderá baixar o programa e ouvir onde quiser.

Separamos também esse texto bem interessante do blog da Biblioteca Nacional para complementar suas leituras.

Um abraço!

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Partitura original de “Pelo Telefone” de Donga. Acervo da Biblioteca Nacional

A Revolta dos Malês: um rico conteúdo para sala de aula

Professores e professoras,

Trago para vocês um texto muito interessante escrito pela Profa. Mary Del Priore. Trata-se de uma adaptação de um trecho de nova parte da coleção de História lançada por ela no último período,  “Histórias da Gente Brasileira: Império”, volume 2.

No texto ela aborda a Revolta dos Malês, o que chama de “A mais assustadora das revoltas” em um texto muito instigante que pode nos ajudar a pensar uma atividade em sala com nossos alunos. Essa revolta ganhou muito destaque na historiografia recente por ter sido organizada por muçulmanos, na maioria de origem ioruba, costumeiramente chamados nagôs na Bahia. Essa mistura de fatores socioculturais torna esse episódio histórico um prato cheio para debates em sala.

Como sabemos uma das características de nosso material é estimular os alunos a buscarem “outras versões” do conhecimento histórico para consolidar com eles a ideia de que existem muitas formas de se construir esse conhecimento.

A Revolta dos Malês aparece no conteúdo do oitavo ano, 4° volume e também na segunda série do Ensino Médio, 3° volume dos livros didáticos de História do SPE.

Para ler, clique aqui!

"Negro Muçulmano" de Debret

“Negro Muçulmano” de Debtret

O Jogo Minecraft e seu uso nas aulas de História

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Olá, vocês conhecem o jogo minecraft? Se não conhecem ou apenas ouviram falar, tenho a certeza que seus alunos conhecem e boa parte joga. Mas o que este jogo pode contribuir para as suas aulas de História? Certamente muito.

Podemos entender o jogo como a possibilidade de construir maquetes na forma virtual, ou seja, você pode pedir para seu aluno construir a Bastilha com as ferramentas deste jogo. Tal qual a construção de uma maquete física, se o seu aluno apenas reproduzir a Bastilha, a construção do conhecimento fica bastante limitada, mas se a construção da famosa prisão francesa estiver relacionada a pesquisa sobre sua construção, seu uso pelo poder monárquico, a representação de sua tomada pela população de Paris no contexto da Revolução Francesa, já percebemos o aumento da densidade da aprendizagem.

Um grupo de professores conseguiu adaptar o jogo já existente para uma versão educativa, capaz de reproduzir qualquer estrutura existente na terra, desse esforço surgiu em 2011, o ,MinecraftEdu versão do jogo atualmente utilizada nas escolas. A Microsoft adquiriu o MinecraftEdu em janeiro de 2016.

Para acesso ao jogo e mais leituras indicamos os links das matérias publicadas nos jornais Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, além de indicação de projetos.

Bom jogo e boa pesquisa